- 430 rastros observados
- 161 ninhos confirmados
- 15.614 filhotes estimados
- 113 avistamentos de fêmeas, incluindo 19 indivíduos identificados
- 10 novas fêmeas registradas e 9 retornando após 4 a 8 anos de ausência
- 227 filhotes resgatados e soltos, sendo 17 encaminhados ao centro de reabilitação para cuidados especializados
- Programa: Monitoramento de Nidificação de Tartarugas-Verdes de Tetiaroa
- Associação responsável: Te mana o te moana
- Parceiros: The Brando, Tetiaroa Society, DIREN (Direção do Meio Ambiente da Polinésia Francesa)
- Início do programa: fevereiro de 2006
- Temporada de monitoramento: outubro a abril
- Local: Atol de Tetiaroa, Polinésia Francesa
- 430 rastros observados
- 161 ninhos confirmados
- 15.614 filhotes estimados
- 113 avistamentos de fêmeas, incluindo 19 indivíduos identificados
- 10 novas fêmeas registradas e 9 retornando após 4 a 8 anos de ausência
- 227 filhotes resgatados e soltos, sendo 17 encaminhados ao centro de reabilitação para cuidados especializados
- Programa: Monitoramento de Nidificação de Tartarugas-Verdes de Tetiaroa
- Associação responsável: Te mana o te moana
- Parceiros: The Brando, Tetiaroa Society, DIREN (Direção do Meio Ambiente da Polinésia Francesa)
- Início do programa: fevereiro de 2006
- Temporada de monitoramento: outubro a abril
- Local: Atol de Tetiaroa, Polinésia Francesa
Uma boa notícia em tempos de crise climática
Sensores de temperatura instalados nos ninhos revelaram um dado promissor: 54% dos filhotes desta temporada são machos. Esse equilíbrio é especialmente relevante porque o aumento da temperatura da areia tende a gerar predominantemente fêmeas, comprometendo a diversidade genética e a reprodução da espécie a longo prazo.
A Dra. Cécile Gaspar, fundadora da Te mana o te moana, resume a urgência do trabalho:
Se a temperatura continuar subindo, não haverá mais filhotes. Estamos avançando rapidamente para uma fase de extinção se não agirmos.
Em vídeo, a Dra. Cécile compartilha a trajetória do programa, sua paixão pelas tartarugas e o alerta climático que guia cada ação da equipe.
https://app.air.inc/a/ccd014f26
Serviço

Desde 2006, mais de 1.400 rastros registrados e 15.614 filhotes estimados só na última temporada. A história de um programa que virou referência global.
Tudo começou em fevereiro de 2006, nas praias quase desertas do atol de Tetiaroa, na Polinésia Francesa. Uma equipe científica testemunhou, pela primeira vez, o nascimento de uma tartaruga-verde. Frágeis e fascinantes, os filhotes seguiram em direção ao oceano, deixando rastros que se tornaram dados científicos preciosos. Ali nascia o Monitoramento de Nidificação de Tartarugas-Verdes de Tetiaroa.
O programa foi lançado pela associação Te mana o te moana — dedicada à proteção das tartarugas marinhas — com o apoio da Direção do Meio Ambiente da Polinésia (DIREN). Na época, Tetiaroa era praticamente desabitada. As equipes percorriam as praias dia e noite, registrando cada sinal de atividade com paciência e rigor científico.
Um programa que cresceu com o atol
A criação da Tetiaroa Society, em 2010, fortaleceu a iniciativa. Em 2014, a abertura do eco-resort The Brando marcou um ponto de virada: o monitoramento tornou-se mais abrangente, os dados mais precisos e as ações de conservação mais eficazes. De 10 a 15 ninhos registrados nos primeiros anos, o programa já contabilizou mais de 1.400 rastros de tartarugas desde 2007.
A temporada 2024–2025 em números
Entre outubro e abril, as praias de Tetiaroa se transformam em palco de um dos ciclos mais extraordinários da natureza: a nidificação das tartarugas-verdes. As fêmeas retornam às mesmas praias onde nasceram, guiadas pelo instinto e pelos ritmos do oceano. A temporada 2024–2025 registrou resultados expressivos:
Uma boa notícia em tempos de crise climática
Sensores de temperatura instalados nos ninhos revelaram um dado promissor: 54% dos filhotes desta temporada são machos. Esse equilíbrio é especialmente relevante porque o aumento da temperatura da areia tende a gerar predominantemente fêmeas, comprometendo a diversidade genética e a reprodução da espécie a longo prazo.
A Dra. Cécile Gaspar, fundadora da Te mana o te moana, resume a urgência do trabalho:
Se a temperatura continuar subindo, não haverá mais filhotes. Estamos avançando rapidamente para uma fase de extinção se não agirmos.
Em vídeo, a Dra. Cécile compartilha a trajetória do programa, sua paixão pelas tartarugas e o alerta climático que guia cada ação da equipe.
https://app.air.inc/a/ccd014f26
Serviço

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