Em ‘O Homem-Máquina de Taruã’, Eliander A. Costa aborda racismo, desigualdade e empatia por meio de uma narrativa distópica e poética.
Em ‘O Homem-Máquina de Taruã’, Eliander A. Costa aborda racismo, desigualdade e empatia por meio de uma narrativa distópica e poética.
“Nascer é uma catástrofe” retrata vidas marcadas pela desigualdade e provoca reflexão sobre destino e invisibilidade social