O livro que faz da
diferença uma
linguagem de dança

Corpos ímpares revisita 20 anos da Pulsar Cia. de Dança e propõe uma coreografia onde a deficiência não limita — ela cria.

Um livro que nasce da cena e volta a ela com uma pergunta essencial: o que acontece quando a diferença se torna a própria linguagem da dança?

Corpos ímpares – Uma expressão da singularidade na dança, de Maria Teresa Taquechel y Saiz, revisita mais de duas décadas de trajetória da Pulsar Cia.

de Dança, a partir do espetáculo Pulsar — Haploos e Diploos, estreado no Rio de Janeiro em 2001 com elenco formado por bailarinos e atores com e sem deficiências.

A autora, bailarina, coreógrafa e diretora da companhia desde sua fundação em 2000, reconstrói os caminhos que deram origem a uma linguagem coreográfica própria — ancorada na Escola Angel Vianna, no contato improvisação e em anos de experiência com reabilitação.

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